Saúde feminina no inverno: cuidados para uma vida cada vez melhor!

Saúde feminina no inverno: cuidados para uma vida cada vez melhor!

Com a chegada do inverno, é comum que os problemas relacionados à baixa temperatura. É importante estar atento à todos os incômodos à saúde feminina no inverno.

Para ajudar a manter uma boa saúde neste inverno, separamos os principais problemas que podem afetar as mulheres e como fazer para preveni-los.   

Saúde da pele e dos cabelos

É comum pensarmos que os cuidados com a pele no verão devem ser redobrados, mas normalmente esquecemos que no inverno nossa pele também sofre com as baixas temperaturas.

Tomar banho com água muito quente resseca a pele, pois a alta temperatura da água remove a oleosidade natural da pele, deixando um aspecto ressecado, podendo, a longo prazo, surgir placas vermelhas e causar coceira. Além disso, a pele fica desidratada, o que faz com que nosso corpo e, principalmente, nosso rosto fique mais oleoso que o habitual, pois a pele encontra-se desprotegida e há um aumento na produção sebácea como forma de equilíbrio.

Esse problema também pode afetar o cabelo, pois a alta temperatura da água deixa os fios sensíveis, trazendo um aspecto ressecado e quebradiço, principalmente nas pontas, além de haver maior embaraçamento e do aumento de oleosidade no couro cabeludo.

  • O uso de hidratantes nos meses frios do ano devem ser regulares, assim como o cuidado com os lábios e nariz, evitando o ressecamento.
  • A temperatura ideal da água é morna, visto que assim não agride tanto nossa pele e cabelo.

Infecção urinária

A infecção urinária, que afeta principalmente as mulheres, ocorre quando há presença anormal de microrganismos no percurso do trato urinário, causado pela presença de bactérias no trato gastrointestinal que migram até a região da bexiga pela relação sexual e, às vezes, pode ocorrer pela circulação sanguínea.

Os principais sintomas da infecção urinária são:

  • Ardor ao urinar;
  • Irritação vaginal;
  • Maior frequência urinária;
  • Urina com coloração mais forte;
  • Mau cheiro na urina.

Podendo haver também sangue na urina, dores no corpo e/ou na região afetada, além de mal-estar.

Cuidados com a higiene íntima devem ser regulares, principalmente no inverno, pois nos períodos mais frios do ano as pessoas tendem a cuidar menos da higiene íntima, o que aumenta as chances de desenvolver um problema como esse.

Formas de prevenir a infecção urinária:

  • Ingestão de líquidos;
  • Realização da micção antes e, principalmente, depois das relações sexuais;
  • Evitar a contenção de urina;

Candidíase

Candidíase ou doença de Candida é uma infecção genital muito comum entre as mulheres, sendo causada por um fungo (cândida albicans ou Monília), que pode se alojar na pele, boca, intestino e no órgão genital feminino.

Geralmente é alojado no órgão genital feminino, causando um corrimento esbranquiçado e espesso, que muitas vezes pode ocasionar irritação e coceira no local, mas podendo não ter sintomas em algumas pessoas. O fungo responsável pela candidíase pode estar na flora vaginal, o que as vezes acarreta no problema, quando há baixa de imunidade ou resistência vaginal.

A prevenção da candidíase é feita através de:

  • Uso de preservativos;
  • Alimentação saudável;
  • Higiene pessoal adequada e pele devidamente seca após o banho.

No inverno, o cuidado deve ser redobrado, principalmente com o uso de roupas muito justas ou sintéticas, com o uso frequente de absorventes, evitar duchas vaginais em excesso e do papel higiênico perfumado.

Corrimento ou Vaginite

Outro problema comum é o corrimento ou vaginite, que consiste em uma secreção com odor desagradável, que pode ser normal ou anormal, provocado por infecções vaginais, vulvites e vulvovaginites, DST’s e infecções cervicais ou do colo do útero.

  • Corrimento normal: é repleta de substâncias que se assemelham ao soro sanguíneo, tendo aspecto translúcido, levemente esbranquiçado.
  • Corrimento anormal: é semelhante ao corrimento normal, sua principal característica é o odor marcante e sua coloração diferente.

O corrimento também pode causar incômodos durante as relações sexuais, pois isso, é preciso ficar atento aos sintomas. Evitar situações de estresse, manter boa higiene pessoal e boa alimentação pode ajudar na prevenção.

O acompanhamento médico, em todos os casos, é fundamental para a realização do diagnóstico e para um tratamento adequado. Fazer visitas regulares ao especialista é extremamente importante para a manutenção da sua saúde.

Saúde da mulher: 4 cuidados a seguir com suas pacientes

Saúde da mulher: 4 cuidados a seguir com suas pacientes

As mulheres tendem a cuidar mais da saúde do que os homens e isso não é novidade. Existem muitos cuidados específicos que são bastante importantes para a saúde da mulher.

O ideal é orientar as suas pacientes para esses cuidados, doenças e problemas que podem ser evitados com exames regulares, e hábitos saudáveis que podem manter ou até melhorar a qualidade de vida.

Além disso, enfatizar que, muitas vezes, a mudança de hábitos pode trazer uma melhoria considerável à saúde. Veja aqui alguns cuidados ideais a seguir com as suas pacientes.

Cuidados para manter e melhorar a saúde da mulher

Além de incentivar a mulher a realizar os exames de rotina, existem cuidados que suaspacientes podem realizar sozinhas. Confira aqui alguns deles que visam melhorar a saúde da mulher, contribuindo assim, para uma vida saudável.

1. Cuidado com a alimentação

Uma alimentação saudável pode diminuir os riscos de várias doenças. As mulheres passam por alterações hormonais durante toda a vida, com ciclo menstrual, gravidez e menopausa. Existem casos que a reposição dos hormônios em falta tem de ser feita via medicamentos. Porém, uma boa alimentação pode resolver a maioria dos problemas de falta de hormônios, já que repõe os nutrientes. Ou seja, aliviam os sintomas diminuindo o impacto dessa alteração na saúde da mulher.

2. Exames preventivos contra câncer

Incentive as pacientes a realizarem, anualmente, os exames preventivos de câncer de mama ou de colo de útero. Ambos podem ser facilmente detectados se realizados os exames preventivos regularmente. Quanto mais cedo diagnosticados, maiores as chances de tratamento.

Saiba que a realização dos exames preventivos detecta, precocemente, o câncer. Isso diminui, consideravelmente, as taxas de incidência e mortalidade dos tipos de câncer exclusivamente femininos.

Os exames de mamografia e Papanicolau são essenciais para a saúde da mulher e podem ser solicitados a qualquer momento, caso haja alguma suspeita, ou realizados anualmente de forma regular.

3. Evitar o tabagismo

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) as três maiores causas de morte em mulheres são doenças cardiovasculares, cânceres malignos (mama, pulmão e colo de útero) e, por fim, doenças respiratórias. Podemos perceber como as três causas podem estar relacionadas ao tabagismo.

Além dessas doenças, o tabagismo frequente pode causar queda na fertilidade da mulher, além de problemas ao feto. Foi comprovado que as mulheres têm maiores dificuldades de largar o vício em cigarro, por fatores hormonais, sociais e psicológicos.

Geralmente as mulheres procuram a nicotina para dar a sensação de relaxamento e bem-estar. Portanto, é ideal procurar alternativas que promovem essa sensação para incentivar as pacientes a largarem o vício.

4. Praticar exercícios físicos

Pesquisas apontam que as doenças cardiovasculares são a maior causa de morte em mulheres. Por outro lado, métodos já comprovaram que a prática regular de exercícios físicos pode ser um aliado. Entre os fatores de risco mais preocupantes, está a obesidade, que já aumentou 64% nos últimos 10 anos.

É fato que o sedentarismo, aliado a uma dieta inadequada resulta na obesidade. Portanto, enfatize às suas pacientes que praticar exercícios pode melhorar a saúde cardíaca, aliados a exames cardiológicos de prevenção. Incentive as suas pacientes a exercitarem-se regularmente.

Veja também o artigo sobre o Slendacor, uma solução que viabiliza uma gestão eficaz do peso. Assim, você auxilia na melhora de vida de suas pacientes.

Saiba que estas informações são direcionadas exclusivamente a profissionais prescritores.

Médicos fazem palestras gratuitas sobre saúde da mulher

Médicos fazem palestras gratuitas sobre saúde da mulher

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP), em parceria com a Associação Paulista de Medicina (APM), está promovendo um mutirão para orientar as mulheres sobre importantes temas da saúde feminina, na praia do Gonzaga, em Santos, nos dias 28 e 29 de janeiro, das 9h às 14h. Médicos especialistas e estudantes esclarecerão as dúvidas das participantes. Também haverá distribuição de camisinhas, folders explicativos, panfletos, brindes, além de música ao vivo e zumba.

Batizada de Verão Mulher SOGESP, a ação receberá o público na tradicional barraca da APM, localizada próxima ao Canal 3. Haverá, de maneira gratuita e acessível a todos os banhistas, palestras curtas, com duração de dez a quinze minutos, que abordarão relação de zika, dengue e gravidez; higiene genital feminina; sífilis adquirida e congênita; gravidez não planejada; e mortalidade materna e infantil.

A Associação de Obstetrícia e Ginecologia tem preocupação permanente com a saúde da mulher brasileira. Atividades como essa são idealizadas exclusivamente em prol do cidadão, daí a importância dessa união da APM com a SOGESP, pois é necessário transmitir conhecimento de excelência à saúde da mulher, em particular para a prevenção de doenças e cuidados pré-natal.

4 cuidados com a saúde que toda mulher deve ter

4 cuidados com a saúde que toda mulher deve ter
Alguns aspectos da saúde feminina merecem a nossa atenção. Saiba quais são os 4 itens que toda mulher deve saber – e cuidar!

O corpo feminino necessita de atenção e cuidados especiais. O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli lista 4 cuidados importantes com a saúde da mulher:

1. Dor na hora do sexo é tratável

Sentir dor durante as relações sexuais não é normal, apesar de ser muito comum entre as mulheres. Ao contrário do que muitos pensam, esse fato não tem a ver com a libido fraca. A mulher pode, sim, sentir desejo pelo parceiro, e ainda assim sentir dores. Muitas vezes, isso se deve a fatores físicos, que têm cura e podem, até, ser bem simples. O ideal, é procurar um ginecologista para conversar sobre o problema.

2. Visite o ginecologista uma vez por ano, no mínimo

Alguns exames e cuidados devem passar a fazer parte da rotina da mulher, principalmente após o início da vida sexual. O papanicolau, por exemplo, é um dos exames que deve ser realizado anualmente. Não esqueça de fazer uma visita ao ginecologista, pelo menos, uma vez por ano, e realize todos os exames que forem solicitados.

Alguns cuidados com a saúde feminina ajudam a prevenir doenças.

3. Atente-se à sua menstruação

O seu corpo dá sinais! Muitas vezes, sentir fortes dores e cólicas menstruais incontroláveis podem ser sinais de outras coisas que requerem cuidado e atenção, como a endometriose. Fique atenta e procure um especialista!

4. Faça o autoexame

Durante o banho, não deixe de se tocar e fazer o autoexame. Fique atenta, e a qualquer sinal de nódulo, procure um médico.

ACIR oferece palestra gratuita sobre cuidados com a saúde da mulher

ACIR oferece palestra gratuita sobre cuidados com a saúde da mulher

A campanha mundial que chama atenção do público feminino para o cuidado com a saúde, Outubro Rosa também acontece no meio empresarial. Com o apoio do Núcleo da Mulher Empresária/Empreender a Associação Comercial Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR) oferece gratuitamente uma palestra sobre os cuidados que as mulheres devem ter com a saúde.
Para falar sobre esse tema foi convidada a médica ginecologista, obstetra e sexóloga, Franciele Minotto. O encontro vai acontecer nessa segunda-feira (17) às 19 horas no auditório da ACIR. A participação é gratuita a toda mulher, empresária, empreendedora ou não. Quem quiser colaborar com a campanha das crianças que a Associação está realizando pode doar um brinquedo.
O que?Palestra sobre o cuidado da saúde da mulher
Quando?segunda-feira (17/10)
Onde?Auditório da ACIR
Horário?19 horas

10 cuidados primordiais para a saúde da mulher

10 cuidados primordiais para a saúde da mulher

“É de grande importância que as mulheres se mostrem vigilantes sobre a própria saúde, identificando precocemente hábitos nocivos, sintomas físicos e psíquicos e aderindo a hábitos saudáveis”, destaca o Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde.

Fatores sociais, como moradia, alimentação, escolaridade, o acesso à renda, ao emprego, fatores culturais, étnicos, raciais, psicológicos e comportamentais podem levar a mulher ao adoecimento. Por isso, neste dia 8 de março, data internacional destinada à celebração da figura feminina, o Ministério da Saúde preparou uma lista especial: Os 10 cuidados primordiais com a saúde da mulher.

1 – Manter alimentação saudável

Uma alimentação saudável, desde os primeiros dias de vida, como a amamentação e o consumo de alimentos in natura, por exemplo, traz benefícios à saúde. Resulta na redução de fatores de risco para doenças, como o sobrepeso e o aumento do colesterol, além do bem estar físico e mental e da importância do vínculo entre mãe e bebê.

2 – Cuide de sua saúde mental

Identificar precocemente sintomas psíquicos e buscar acolhimento de saúde pode ser decisivo para que haja abordagem oportuna pelos profissionais de saúde.
Afinal, sabe-se que as mulheres se encontram em uma situação de vulnerabilidade por ganharem menos, por estarem concentradas em profissões menos valorizadas, por terem menor acesso aos espaços de decisão no mundo político e econômico, por sofrerem violência doméstica, física, sexual, psicológica, econômica, além da negligência e abandono. Além disso, elas vivem dupla e tripla jornada de trabalho.

Para as mulheres idosas, há ainda a questão do isolamento social e transtornos emocionais devido à aposentadoria, à viuvez, às alterações fisiológicas, e dos sofrimentos provocados por uma sociedade que supervaloriza a juventude e desvaloriza as marcas do envelhecimento feminino.

Além dos sintomas de depressão, outros transtornos mentais necessitam de atenção e cuidado, como os de ansiedade, insônia, estresse e transtornos alimentares. Fatores psicossociais e ambientais estão relacionados à incidência dessas doenças.

3 – Falando de Sexualidade

A sexualidade engloba um conjunto de aspectos que envolvem o prazer, o desejo, a ternura, o amor, que são o resultado da convergência de natureza psíquica-bio-sócio-histórico-cultural. Portanto conhecer o próprio corpo é fundamental para identificação dos pontos de prazer e exercício da sexualidade, em todas as idades. A mulher vai tendo vivências e experiências da sua sexualidade que vão mudando com o passar dos anos.

Nas adolescentes, por exemplo, o início da puberdade é marcado por muitas mudanças como o aparecimento de espinhas, nascimento do broto mamário, pelos pubianos gerando muitas vezes dúvidas e inseguranças.

Falar da sexualidade das mulheres idosas ainda é um tabu, o que dificulta a busca de informação e a superação de obstáculos para que se alcance uma vida sexual saudável e com qualidade nesta faixa etária.

Após a menopausa, por exemplo, as mulheres podem apresentar algum desconforto nas relações sexuais com penetração vaginal, por causa das condições de hipoestrogenismo e, consequentemente, hipotrofia dos tecidos genitais. Utilizar creme vaginal, nestes casos, pode favorecer as condições genitais para o pleno exercício da sexualidade.

4 – Conhecer seu próprio corpo

Você conhece o seu corpo? Esta pode parecer uma pergunta com resposta óbvia, porém muitas pessoas não conhecem seu próprio corpo. Os motivos são os tabus, valores sociais e questões que envolvem sexualidade e gênero.

Todos sabem que a saúde sexual é essencial para homens e mulheres serem saudáveis física e emocionalmente. Porém, ainda é grande o número de mulheres que sabem pouco ou nada sobre a anatomia e o funcionamento do seu corpo.

5 – Realizar exames de rastreamento

O Sistema Único de Saúde oferta exames para rastreio do câncer de colo de útero e câncer de mama para as mulheres de acordo com diretrizes específicas.

O início da coleta do exame Papanicolau, para rastreio do câncer de colo de útero, deve ser aos 25 anos de idade para as mulheres que já tiveram atividade sexual. Os exames devem seguir até os 64 anos e serem interrompidos quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos.

O rastreamento para o câncer de mama, com o exame de mamografia é a estratégia de saúde pública que tem sido adotada em contextos onde a incidência e a mortalidade por câncer de mama são elevadas. A recomendação para as mulheres de 50 a 69 anos é a realização de mamografia a cada dois anos e do exame clínico das mamas a cada ano.

6 – Proteger- se contra IST/HIV

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.
A Prevenção Combinada é uma estratégia que faz uso simultâneo de diferentes abordagens de prevenção aplicadas em múltiplos níveis (individual, nas parcerias/relacionamentos, comunitário, social) para responder a necessidades específicas de determinados segmentos populacionais e de determinadas formas de transmissão das IST.

O uso de preservativos feminino ou masculino é a forma de vivenciar a sexualidade de forma segura. Vale lembrar que o uso do preservativo não serve somente para evitar gravidez, mas é fundamental utilizá-lo para prevenção das IST, HIV/Aids. Caso ocorra sexo sem preservativo, procure uma unidade básica de saúde para ter orientações e faça os testes rápidos.

7 – Faça escolhas conscientes sobre métodos contraceptivos

O Sistema Único de Saúde disponibiliza diversos métodos contraceptivos para que adolescentes e mulheres possam escolher a maneira mais confortável de planejar quando, como e se vai querer ter filhos. A mulher pode escolher entre os métodos: injetável mensal, injetável trimestral, minipílula, pílula combinada, diafragma, Dispositivo Intrauterino (DIU), além dos preservativos feminino e masculino.

8 – Busque ajuda em caso de violência

A violência contra as mulheres afeta cidadãs de todas as classes sociais, raças, etnias, faixas etárias e orientações sexuais, e se constitui como uma das principais formas de violação dos direitos humanos, pois atinge as mulheres no seu direito à vida, à saúde e à integridade física.

As agredidas vivenciam situações de medo, pânico, baixa autoestima, ansiedade, angústia, humilhação, vergonha e culpa, perda da autonomia e, muitas vezes, fragilidade emocional. Agouros que abrem margem para quadros clínicos como depressão, síndrome do pânico, ansiedade, distúrbios psicossomáticos, entre outros.

Se está passando por alguma situação que lhe incomoda, converse com pessoas de sua confiança e vá até um serviço de saúde mais próximo de casa para pedir ajuda e tirar dúvidas.

9 – Utilize práticas saudáveis para os sintomas comuns durante os ciclos menstruais e no climatério/menopausa

Medicar o corpo das mulheres, em nome da ciência e de um suposto bem-estar, sempre foi uma prática da medicina, que só será modificada quando as mulheres tiverem consciência de seus direitos, das possibilidades preventivas e terapêuticas e das implicações das distintas práticas médicas sobre o seu corpo.

A medicalização do corpo das mulheres com uso de hormônios durante o climatério/menopausa, por exemplo, encontra um campo fértil no imaginário feminino pelas falsas expectativas como a eterna juventude e beleza.

10- Planeje e vivencie uma gestação saudável

O planejamento reprodutivo é um importante recurso para a saúde das mulheres. Ele contribui para uma prática sexual mais saudável, possibilita o espaçamento dos nascimentos e a recuperação do organismo da mulher após o parto, melhorando as condições que ela tem para cuidar dos filhos e para realizar outras atividades.

O acompanhamento pré-natal assegura o desenvolvimento da gestação, permitindo o parto de um recém-nascido saudável, sem impacto para a saúde materna, inclusive abordando aspectos psicossociais e as atividades educativas e preventivas.

A opção por não ter filhos também deve ser assegurada, e a abordagem nessa situação deve ser livre de preconceitos e crenças por parte dos profissionais de saúde.

Com estas dicas, fica mais fácil cuidar da saúde, em qualquer fase da vida.

Sobre a Saúde feminina

Sobre a Saúde feminina

A importância do exame preventivo (Papanicolau) é o tema abordado na edição de hoje do Folha Saúde. Tal procedimento auxilia no diagnóstico e cura de doenças que envolvem a região íntima da mulher. Especialista explica sobre o assunto. Vale destacar que o Ministério da Saúde também orienta a população feminina a conhecer quais faixas etárias devem estar atentas e quais problemas podem ser identificados por meio do exame.

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Outubro rosa: 5 tabus da saúde feminina

Outubro rosa: 5 tabus da saúde feminina

No mês em que é celebrada a campanha de Outubro Rosa, a Vagisil, marca reconhecida mundialmente por cuidar da saúde íntima das mulheres, convida todas as mulheres a quebrar tabus e ter mais papos sem vergonha. Veja 5 tabus que queremos deixar para trás:

1. Vagina é vagina!

Quantas vezes adotamos um nome fofo para nos referirmos à vagina? Uma pesquisa realizada pela Vagisil mostra que 1 em cada 4 mulheres tem vergonha de falar a palavra vagina. Quanto mais naturalidade tivermos ao falar sobre, mais íntimas ficamos dela e, consequentemente, mais saudáveis.

2. Vagina tem cheiro e é normal!

Sim, toda vagina possui um odor natural. Porém, ele sofre grande variação, entre muito forte, tolerável e suave. É normal o cheiro da região íntima perder o frescor ao longo do dia por conta do suor produzido nas glândulas da região íntima. Nosso ciclo hormonal, assim como nossos hábitos do dia a dia influenciam na alteração do odor, como o uso de roupas muito justas, sabonete inadequado, excesso de peso, medicamentos e até mesmo a nossa alimentação. Assim como não gostamos de conviver com o odor proveniente da axila, também podemos prevenir os odores da vagina, com desodorantes íntimos que previnem a formação de odores e dão a sensação de frescor o dia todo.

3. Vagina precisa de cuidados diários

Os cuidados da região íntima devem ser levados a sério, uma vez que negligenciados podem acarretar problemas de saúde, portanto lembre-se que a vulva tem necessidade de respirar. Então, evite roupas muito apertadas e com tecidos grossos. Durante o dia, priorize aquelas que são 100% algodão e deixe as rendas para as noites de amor. Dormir sem calcinha é a melhor maneira de ventilar a área.

Além disso, redobre a atenção com a higiene: não vale passar qualquer sabonete, é preciso usar os específicos. O sabonete íntimo é ideal porque apresenta o nível adequado de pH, levemente ácido, assim como nossa vagina, por isso ajuda a equilibrar a flora vaginal. Nas estações mais quentes do ano, como transpiramos mais, podemos tomar até dois banhos por dia.

4. Lubrificantes feitos para mulheres? Sim, eles existem!

Durante a relação sexual muitas mulheres relatam sentir desconforto, em função de estarem pouco lubrificadas na vagina. O lubrificante pode ser o principal aliado nesse momento, porque ajuda a mulher a relaxar, já que elimina o ressecamento e o incômodo. O lubrificante íntimo exerce muito bem seu papel na cama, evitando lesões e diminuindo atrito durante o sexo. Além disso, muitas vezes a mulher demora mais tempo do que o homem para sentir-se excitada, então esse produto é um grande aliado para “chegar lá”, e deixar tudo mais gostoso e fácil.

Atenção: escolha um lubrificante feito para mulheres! A região é muito delicada, por isso é sempre importante procurar produtos específicos para atender às características da região vaginal. É fundamental comprar apenas produtos que foram testados ginecologicamente, que sejam hipoalergênicos, sem álcool e sem bactericidas, de preferência produtos especialmente desenvolvidos para a região íntima da mulher. E vale sempre o lembrete: em caso de alergia ou irritação, suspender o uso e procurar a ginecologista.

5. Uma vagina saudável visita a ginecologista regularmente

Outros dados da pesquisa realizada pela Vagisil mostram que 37% das mulheres, quando possuem um incômodo relacionado ao odor procuram informações por meio da Internet e que 33% delas esperam o problema se resolver sozinho.

Por melhores que sejam nossos cuidados com a vagina, a visita regular ao ginecologista e os exames preventivos anuais são indispensáveis. Forte odor, coceira ou uma aparência estranha na calcinha no final do dia indicam que algo não vai bem, portanto procurar um médico é o mais prudente com a própria saúde.

Projetos que estimulam saúde da mulher são aprovados no Senado

Projetos que estimulam saúde da mulher são aprovados no Senado
O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (01), dois projetos relativos à saúde da mulher: os projetos de lei da Câmara 5/2016, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a fazer cirurgia de reconstrução dos seios em casos de câncer de mama, e o 20/2017, que garante transporte a mulheres com dificuldade de locomoção para realizar exames preventivos de câncer de útero e de mama.
“Com a aprovação dessas duas matérias, nós fechamos com chave de ouro o Outubro Rosa. Principalmente em relação à atenção à mulher pobre, que precisa de tratamento contra o câncer, e de reparação de mamas após o tratamento contra o câncer. Então, fechamos aqui o Outubro Rosa, abrindo já o Novembro Azul”, afirmou o presidente do Senado, Eunício Oliveira.
O primeiro texto obriga o Estado a conceder cirurgia plástica reparadora da mama pela rede de unidades integrantes do SUS, em situações nas quais o tratamento de câncer nas mulheres ocasionou a mutilação dos seios. A lei determina que a reconstrução seja feita nos dois seios, ainda que o tumor tenha se manifestado em apenas um, garantindo a simetria.
O projeto aprovadofoi modificado pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), que ressaltou que “a mama reconstruída nunca será igual à mama removida”, por isso, a cirurgia deve ser feita em ambos os seios da mulher que tratou o câncer. Por isso, a proposta destaca a “simetrização” ao invés de apenas “reconstrução”. Como a matéria foi alterada, ainda precisa ser votada novamente, em turno suplementar, na próxima semana, antes de ir à sanção presidencial.
Já o texto 20/2017 é um estímulo a mulheres a buscar a prevenção do câncer de útero e de mama. Por isso, estabelece que equipes de profissionais das redes de proteção social e atenção básica à saúde busquem mulheres que enfrentam algum tipo de dificuldade para realizar exames preventivos e de rastreamento.
As dificuldades elencadas no projeto são sociais, geográficas e culturais. A lei também torna obrigatório o desenvolvimento de estratégias específicas para encontrar estas mulheres que enfrentam dificuldades de acesso aos procedimentos. Tal especificação será definida em regulamento posterior.

A SAÚDE FEMININA É O ASSUNTO NO DIA DA MULHER GLOBALMED

A SAÚDE FEMININA É O ASSUNTO NO DIA DA MULHER GLOBALMED

Apesar da correria diária, a saúde feminina não deve ser descuidada e a visita regular ao ginecologista é uma atitude que deve ser mantida. A vida acelerada associada ao tabagismo, estresse, obesidade, má alimentação, poucas horas de sono e sedentarismo vem afetando a saúde feminina e por isso, exige cuidados redobrados.

Diante dessa evolução, a medicina voltada para a saúde feminina também mudou e as mulheres contam com um trabalho que tem colaborado muito para diminuir ou eliminar as mais diversas patologias femininas, proporcionando tratamentos mais específicos.

Atualmente a maior causa de óbitos nas mulheres são as doenças relacionadas ao coração e câncer de mama. A partir da prevenção estas e outras doenças podem ser detectadas e tratadas de forma eficaz, principalmente pelo fato de muitas surgirem de forma silenciosa como a hipertensão, diabetes, depressão e alguns tipos de câncer.

Não deixe de lado os exames!

Para que não haja esquecimento, diante dos afazeres é importante que a mulher crie uma agenda com os principais exames periódicos como colpocitologia oncótica (Papanicolau), colposcopia, exame pélvico, mamografia e ultrassonografia. Também é importante consultar periodicamente um clínico geral ou cardiologista para outros exames como glicemia, hepatite, hemograma completo, colesterol, triglicérides e exames complementares que o médico julgue necessários.

Outras dicas são importantes acrescentar na alimentação nutrientes como o Ômega 3, Vitamina E e o Selênio que ajudam a diminuir os níveis de colesterol e triglicérides, agem como antioxidante, combatem os radicais livres, envelhecimento, câncer, artrite, doenças autoimunes, doenças do coração e câncer de mama, agindo na melhora do humor, depressão, fadiga, ansiedade e motivação.

Caso precise de uma consulta com ginecologista ou clínico geral, a GlobalMed oferece esses e outras 33 especialidades médicas, 2.000 tipos de exames, incluindo exames de sangue, ultrassom, ecocardiograma, Raio X, entre outros.